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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Você sabe quais são os padrões do Traje Típico Alemão da Oktoberfest?

Por Pamyle Brugnago

                                          Imagem: Mirian Roza

Quer saber como deve ser um traje típico alemão? Confira as dicas da professora do curso de Moda da Furb Márcia Bronnemann, uma das responsáveis pelo estudo dos trajes típicos alemães em Blumenau/SC.

Masculino
- Meias com cores escuras ou branca, preta apenas quando calça for longa
- Calças pretas, verde oliva ou marron 
- Calças 3/4: 12 cm abaixo do joelho, com um triângulo que cobre a abertura falsa
- Suspensórios: de couro ou do próprio tecido
- Sapatos pretos ou marrons (em harmonia com o traje), fechados do lado ou com cadarço 
- Camisas: sempre com tecido de algodão, brancas com mangas longas e amplas 
- Coletes: em uma cor que combine com a calça, podem ser retos ou em bicos 
- Chapéus: devem ser nas cores preta, cinza-grafite, cinza claro ou verde-oliva com ou sem enfeites

Feminino
- Saias: barra deve estar de 20 a 35 cm do chão, cintura no lugar correto, cores escuras – jamais amarelo
- Aventais: o tecido deve ser de algodão ou microfibra, 4 cm mais curtos que o vestido ou saia e sem bolsos, pode ser composê em listras ou com estampas discretas e bordados sem pedraria.
- Anáguas: com bordado inglês na ponta ou renda estreita, devem ser de 5 a 10 cm mais curto do que a saia.
- Bombachas: De tecido, com elástico na cintura, com gancho não muito curto, comprimento acima do joelho, pode levar uma renda inglesa como acabamento
- Meias: brancas ou champanhe
- Sapatos: pretos ou marrons, de salto grosso, com altura máxima de 3 a 4 cm, arredondados na frente. Pode ser com ou sem alça (estilo boneca)
- Tiaras: serão aceitas só com flores
- Blusas: as blusas são sempre brancas de mangar curtas ou longas. Podem ter mangas bufantes com elástico ou punho, com entremeios e rendas. O ombro das blusas não poderá ser caído
- Coletes: cintura bem marcada, bordados, sem pedraria e fechados. 
- Lenços: os lenços usados sobre o ombro deverão ter franjas, poderão ser bordados sem pedrarias


FONTE: http://wp.clicrbs.com.br/maislazer/2012/10/19/voce-sabe-quais-sao-os-itens-do-traje-tipico-da-oktoberfest/?topo=52,2,18,,159,e159

terça-feira, 27 de maio de 2014

Receita de CUCA ALEMÃ legítima – com uva preta

                                                             Imagem: arteblog.net


A cuca também é chamada de cuque em alguns lugares do país. Trata-se de um bolo muito clássico nas colônias européias que se concentram em sua maioria no sul do país. Esta receita com uvas pretas é preparada pelos descendentes de alemães que vieram para o Brasil, além de ser servida em padarias e buffets dos famosos cafés coloniais.

Atendendo a pedidos, veja o passo a passo da cuca alemã com uva preta:

INGREDIENTES:

Massa:
2 xícaras de chá de manteiga
6 ovos
6 xícaras de chá de trigo
2 xícaras de chá de leite
2 xícaras de chá de açúcar
2 colheres de sopa de fermento em pó

Farofa para cobrir:
6 xícaras de chá de uvas pretas frescas (não use a fruta desidratada se quiser manter a receita original)
2 xícaras de chá de açúcar
2 colheres de manteiga
1 xícara de chá de trigo

Modo de preparo:
Separe as claras e as gemas dos ovos e reserve. Numa batedeira, bata as gemas, o açúcar e a manteiga. Acrescente aos poucos o trigo e o leite, e bata até obter uma mistura homogênea. Bata as claras até ficarem em ponto de neve e, com o fermento, junte à massa mexendo de maneira leve. Unte uma forma grande para bolo e coloque a massa.

Farofa:
Lave bem cada uva e retire seus cabinhos. Use metade da xícara de trigo e, uma por uma, passe as frutinhas na farinha. Misture a outra metade do trigo juntamente com os demais ingredientes e forme a farofa que fará a cobertura. Coloque as uvas sobre a massa de maneira bem delicada para não afundarem. Por cima, jogue a cobertura levemente.

Coloque no forno preaquecido até que fique dourado. 
Pode saborear ainda quentinha!


FONTE: http://www.arteblog.net/2012/03/31/receita-de-cuca-alema-legitima-com-uva-preta/
KUCHE (CUCA) – um bolo alemão?
                                          Imagem: goiabadademarmelo.files.wordpress
A Kuche é um dos bolos mais conhecidos da culinária alemã.

As especificidades da arte culinária alemã estão nos ingredientes e em suas combinações, no modo de cozinhar, nos sabores e na consistência. Mais que apenas o “segredo” do saber fazer (sauve faire), a particularidade com que se seleciona os ingredientes, capazes de modificar o sabor e a propriedade dos alimentos, resulta no sucesso da receita.

Um dos pratos recorrentes à cultura alemã é o bolo Kuche (cuca) – massa coberta por uma farofa crocante, à base de manteiga – vendida como uma tradicional e genuína receita. É importante saber até quando, em que medida e onde a tradição da culinária alemã mantém-se vívida e/ou fiel.

Três questões sobre o assunto:
O que é típico?
O que é tradicional?
O que é autêntico?

Diz-se típico, todo o produto que pertence a um determinado grupo, afirmando a veracidade e reafirmando a similaridade étnica; tradição é o que um mesmo grupo social compartilha, passando e aprendendo de geração em geração, salvaguardando as artes e os ofícios dos saberes; autêntico é tudo que se mantém fiel às suas origens, não sofrendo alterações ao longo do tempo.

A partir dessa análise podemos perceber que a Kuche é uma invenção na culinária alemã. Trata-se, portanto, da invenção de uma tradição¹. Originalmente a receita pode ter sua origem na Alemanha, porém se tornou típica entre os imigrantes, aqui no Brasil, que incorporaram à receita produtos que no país-origem não existiam – a Bananen Kuche (cuca-de-banana) é um bom exemplo.

O cardápio das confeitarias, cafés e bistrôs colocam em xeque a questão de que a Kuche tradicionalmente seja um prato exclusivo alemão. O produto está acessível a todos independentemente de descendência étnica.

Como elo com a culinária alemã podemos destacar o ingrediente-mor da receita: a manteiga. Desde a Idade Média, as elites daquele país encontraram na manteiga um meio de se distinguir do restante da sociedade. Os registros de receitas da nobreza da época assinalam a ocorrência do abuso desse ingrediente, sendo o diferencial no sabor de sua culinária.

Talvez, por isso, a Kuche que hoje se produz em regiões de origem alemã seja tão especial, tão mais saborosa: ela se mantém autêntica aos segredos da “vovó Alemanha”. As doceiras usam e abusam da mais saborosa manteiga!

Assim se reinventam e se reinterpretam culturas. Típica ou não; tradicional ou não; autêntica ou não, a Kuche é um bolo recorrente hoje à cultura alemã. Reinventada e reinterpretada, atualmente a atração é a Erdbeere Kucche (cuca-de-morango). Vale lembrar que na Idade Mádia, diferentemente da manteiga, os morangos eram considerados vulgares, pois seus frutos eram rastejantes e à época, quanto mais alto se encontrava o fruto, maior o seu valor de nobreza!

A tradição é afirmada pela sociedade quando ela reconhece um produto com algo característico de um determinado grupo étnico. É o que ocorreu com a Kuche. Originária ou não da Alemanha, é sem dúvida alguma o bolo mais autêntico e genuíno das cidades que tiveram seus primeiros habitantes vindos daquele país. É isso!

 FONTE ( desta pesquisa ): http://www.portaldorancho.com.br/portal/kuche-cuca-um-bolo-alemao

Nota:
¹ quanto ao assunto, recomendo a leitura do artigo A Invenção da Tradição já publicado anteriormente, com base no livro homônimo:
HOBSBAWM, Eric & RANGER Terence (orgs.). A invenção das tradições. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1984.
Demais fontes:
FLANDRIN, Jean-Louis; e MONTANARI, Massimo, Histoire de l’alimentation. Paris: Librairie Arthème Fayard, 1996.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Breve história da Igreja Evangélica ( IECLB )



A Comunidade Evangélica de Santa Cruz do Sul foi fundada no dia 1° de Janeiro de 1862. Seu primeiro templo, estava localizado ao lado da Praça da Bandeira, onde hoje está o antigo prédio que foi sede do Unibanco por muitos anos.

Na Assembléia Geral extraordinária de 25/04/1920, sob a presidência de Oscar Gressler, a Comunidade decidiu construir uma nova Igreja. No dia 09/07/1922, após o culto festivo do 12° aniversário da OASE na Igreja velha, foi lançada a pedra angular no local do novo templo.

No dia 30/11/1924 foi inaugurado o templo. O primeiro culto foi oficializado pelo presidente do Sínodo, P. Dietschi. A prédica estava a cargo do pastor local, Ernesto Lechler. À tarde, foi realizado um concerto na igreja nova, onde todos ficaram maravilhados com a ótima acústica. No final, ao som do órgão, orquestra e inúmeros corais entoando "Die Himmel rühmen", de L. V. Beethoven, muitas pessoas não puderam conter as lágrimas.

A Igreja Evangélica de Confissão Luterana de Santa Cruz do Sul é um dos maiores templos evangélicos do Rio Grande do Sul. Sua construção é em estilo neo-Românico.


FONTE: http://ieclbcentro.blogspot.com.br/

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Breve história da CATEDRAL SÃO JOÃO BATISTA


Localizada no centro de Santa Cruz do Sul / RS, em frente à praça Getúlio Vargas, a catedral é o maior templo em estilo neo-gótico tardio da América Latina. 


História
O início da construção deu-se em 1º de fevereiro de 1928 sob a orientação de Simão Gramlich, autor do projeto e posteriormente sob liderança do engenheiro Ernesto Matheis.
Em 2 de agosto de 1936 a igreja foi entregue ao culto público, mas o acabamento da obra só ocorreu em 1977 com a construção de duas torres maiores e 66 menores e a colocação do reboco do lado leste.

Desde 1959 com a criação da diocese de Santa Cruz do Sul com jurisdição sobre diversos municípios, a igreja passou a chamar-se Catedral São João Batista. A primeira Igreja Católica foi construída em 1863, e o primeiro padre foi Manoel José da Conceição Braga em 1860.
A pintura existente atrás do altar chama-se "Grupo da Cruz" e teve sua primeira pintura por Arno Seer e posteriormente por Roman Riesch. O custo da catedral foi de mil réis à época.


Dimensões

  • Comprimento: 80 metros
  • Largura: 38 metros
  • Altura: 26 metros – nave central, e 83 metros – torres



Fontes:
http://www.clubedofuscasantacruz.com.br/p/catedral-sao-joao-batista.html
http://www.mitrascs.com.br 
http://pt.wikipedia.org
http://www.santacruz.rs.gov.br/geo/#tabs-3

Colonização alemã: cultura mantém-se muito presente até hoje no Rio Grande do Sul
Nas cidades que foram berço das primeiras colônias, ainda se encontram vestígios da época e pessoas que cultivam a tradição germânica.

Foto:sxc.hu

A colonização alemã começou no país quando o governo brasileiro, convencido de que precisava ocupar as remotas regiões fronteiriças, enviou em 1822 à Europa o major Georg Anton von Schäffer para recrutar interessados em emigrarem para o Brasil. Os objetivos eram não deixar livres as fronteiras, que sofriam constantes ameaças de serem tomadas por outros países, como a Argentina, e reforçar o exército brasileiro.

Pra convencer os alemães a se mudarem, o governo oferecia passagem à custa do governo, um lote de terra com 78 hectares, 160 réis para cada colono no primeiro ano e meio de estada no país, além de bois, vacas, porcos e galinhas.

Em 18 de julho de 1824, chegou ao Rio Grande do Sul a primeira leva de 39 imigrantes alemães, que se instalaram, primeiramente, na região do Vale dos Sinos. Alguns colonizadores, durante a Revolução Farroupilha, se deslocaram para a região de Santa Maria para se afastar dos conflitos. Depois do fim da revolução, os colonos se espalharam fundando entre várias colônias, a de Santa Cruz do Sul. Passada a Segunda Guerra Mundial, a quantidade de imigrantes procurando o Brasil diminuiu muito.


Os exilados da guerra: um segundo motivo da vinda para o Brasil

Durante a 1º Guerra Mundial alguns alemães tiveram que fugir dos conflitos, se refugiando em países como o Brasil. A crise na Europa era muito grande, a econômia estava extremamente abalada e milhares de famílias ficaram na miséria. Entre os refugiados estava o pastor Johannes Kunstmann, nascido em 1872 no estado da Saxônia, na Alemanha.

De acordo com o neto de Kunstmann, o atual coordenador do Instituto Histórico da Igreja Luterana, Paulo Udo Kunstmann, o avô chegou em Porto Alegre em 1915. O pastor Kunstmann se formou em teologia em 1893, em St. Louis, nos Estados Unidos, sendo enviado, na sequência, para Austrália para trabalhar como professor e pastor. Após sete anos , ele retornou para a Alemanha, foi então que estourou a primeira grande guerra mundial.

Kunstmann fugiu primeiramente para os Estados Unidos, onde havia concluído seus estudos em teologia, mas logo depois foi chamado para ser diretor do Seminário Concórdia, em Porto Alegre. O neto, Udo, conta que o avô era um homem muito exigente e bastante sério, mas que acreditava piamente em sua vocação e trabalhava pensando no bem da comunidade.

Udo conta que a cultura alemã sempre esteve presente em sua família. Seu pai também foi pastor da igreja luterana e repassou seus valores para os filhos. Hoje em dia, a filha de Udo mora na Alemanha e tem três filhas. “Ela foi para um intercâmbio e se apaixonou pelo país. Me lembro de quando ela me disse que a Alemanha era muito melhor do que eu contava para ela, e que lá ela iria ser feliz”, recorda Udo.
 

Conheça de perto a cultura alemã visitando um dos berços da colonização:

SANTA CRUZ DO SUL, que é conhecida por ser a sede da maior Oktoberfest do Rio Grande do Sul, tem colonização unicamente alemã. A povoação iniciou em 1849, no local então chamado de Faxinal de João Maria, com a instalação de cinco famílias alemãs. A cidade foi oficialmente fundada em 31 de março de 1877, emancipada de Rio Pardo.
 
Oktoberfest  - A cidade de Santa Cruz do Sul costuma atrair muitos visitante no mês de outubro, por conta da Oktoberfest – festa popular germânica. O evento é uma forma de conservação das tradições alemãs. Durante a festa jogos germânicos, apresentações culturais, gastronomia alemã e shows de músicas populares fazem a alegria de quem visita o parque da Oktoberfest.
 

Alguns PONTOS TURÍSTICOS que contam a história da imigração alemã em Santa Cruz do Sul: 

Museu do Colégio Mauá  - O museu foi fundado em 20 de setembro de 1966 e possui um acervo significativo sobre a história e a memória da região de Santa Cruz do Sul. O seu acervo ultrapassa 150 mil peças, sendo que estão expostas temporariamente 5 mil peças.

Parque da Oktoberfest  - Com área de 14 hectares dotado de infra-estrutura esportiva, lazer e turismo como ginásio poliesportivo com capacidade para 8 mil pessoas, campos para prática de futebol onze e sete jogadores, canchas de basquete, tênis, futsal, bocha, pista de bicicross e ainda pavilhões para esporte e exposições. Também é a onde acontece a principal festa germânica da região, a Oktoberfest.
 
Santuário de Schoenstatt  - Pertencente ao Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, o Santuário da Mãe três vezes admirável de Schoenstatt foi inaugurado em 11 de dezembro de 1977, sendo uma cópia fiel do santuário original fundado na Alemanha, em 1914, pelo padre José Kentnich.

Monumento ao Imigrante Alemão  - O Monumento ao Imigrante Alemão constitui-se na homenagem prestada pela comunidade santa-cruzense aos imigrantes que com seu árduo trabalho colonizaram o município. Criado pelo desenhista santa-cruzense Hildo Paulo Müller, o monumento foi inaugurado em 25 de janeiro de 1969 e nele consta a data da fundação da colônia - 1849 - e o nome dos primeiros colonizadores.


FONTE: http://www.hagah.com.br/especial/rs/turismo-rs/19,982,3306866,Colonizacao-alema-cultura-mantem-se-presente-ate-hoje-no-Rio-Grande-do-Sul.html

quarta-feira, 21 de maio de 2014

A contribuição Alemã para a formação da Cultura Brasileira



A imigração e a colonização alemã no Brasil tiveram um importante papel no processo de diversificação da agricultura e no processo de urbanização e de industrialização, tendo influenciado, em grande parte, a arquitetura das cidades e, em suma, a paisagem físico-social brasileira.

O imigrante alemão difundiu no Brasil a religião protestante e a arquitetura germânica; contribuiu para o desenvolvimento urbano e da agricultura familiar; introduziu no país o cultivo do trigo e a criação de suínos. Na colonização alemã, não se pode negar, está a origem da formação de um campesinato típico, marcado fortemente com traços da cultura camponesa da Europa Central.

No domínio religioso, há de se reconhecer a influência dos pastores, padres e religiosos descendentes de alemães. Várias igrejas luteranas foram implantadas com a chegada dos imigrantes e o próprio ritual católico adquiriu certas especificidades nas comunidades alemãs.

A vida cultural dos imigrantes também teve um papel importante na formação da cultura brasileira, especialmente no que diz respeito a certos hábitos alimentares, encenações teatrais típicas, corais de igrejas, bandas de música e assim por diante. Exemplo característico é a Oktoberfest, que, a princípio surgiu como uma forma de manifestação contra as atitudes tomadas pelo Estado Novo ao proibir atividades culturais que identificassem a germanidade.

Hoje, ela é uma festa que simboliza a alegria alemã, tendo incorporado, com adaptações e modificações, a gastronomia, a música e a língua alemã.


FONTE: site IBGE - http://brasil500anos.ibge.gov.br/territorio-brasileiro-e-povoamento/alemaes/a-contribuicao-alema-para-a-formacao-da-cultura-brasileira
Uma origem...


Desde a descida de Philip Meyer do navio proveniente da Europa ao nascimento de Kátia Daniele Meyer, foram muitas as estações. Entre muitas dificuldades e desafios aqui estamos, na quinta geração desta família descendente de Alemães.

Kátia, uma menina simples e de um sorriso encantador, busca conquistar um sonho. Mais do que um lugar na côrte das soberanas, quer representar a cultura alemã em sua essência.

Oktoberfest 2014. O desafio está apenas começando... 

Junte-se a nós nesta empolgante torcida!!!




Nosso avô, Helmuth Walter Meier e sua banda, o segundo da esquerda para direita.