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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Antiga Estação de TREM - Santa Cruz do Sul



Na vila fundada por imigrantes alemães em 1849, e depois de mais de trinta anos de espera, em 19 de novembro 1905 foi inaugurada a estação de Santa Cruz como terminal do ramal. 

O projeto do ramal ferroviário para ligar a estação de Couto - depois Ramiz Galvão -, em Rio Pardo, a Santa Cruz do Sul surgiu em 1872, antes mesmo da emancipação do município. O contrato para a obra foi assinado com o Estado apenas em 1904, pelo então intendente Adalberto Pita Pinheiro. O último trilho foi colocado dia 22 de setembro do ano seguinte, horas antes do primeiro trem chegar a Santa Cruz, diante de uma multidão e com a presença do governador Augusto Borges de Medeiros. Nessa mesma data, a Vila de Santa Cruz foi elevada à categoria de cidade. Em 1965, o sistema foi suprimido sob a alegação de que custava muito em um contexto já marcado pelas rodovias.

 Nos anos 1940, a cidade e a estação passaram a se chamar Santa Cruz do Sul. 

Depois de sua desativação com o ramal, em 1965, a estação passou um bom tempo abandonada e ameaçada de demolição, conforme documentos existentes dos anos 1970:

"O prédio central da antiga estação, (...) uma edificação superada, que contrasta com o estilo moderno das edificações circunvizinhas (...) constituindo um entrave e uma verdadeira mancha no aspecto urbano. Sem qualquer respeito à simetria e boa ordem que se constata em toda a cidade, aí está o obsoleto e abandonado conjunto da ex-Viação Férrea, comprometendo a bela paisagem da Metrópole do Fumo". 

Mas o prédio sobreviveu e, foi restaurado e tombado pelo Patrimônio Histórico Municipal. E hoje abriga o Centro de Cultura Jornalista Francisco José Frantz, um centro de referência em termos culturais no Vale do Rio Pardo.


Localização: R. Ernesto Alves, 817, Santa Cruz do Sul - ao lado da Praça Siegfried Emmanuel Heuser.
Funcionamento: 2ª a 6ª feira das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30.


FONTE 1: http://www.guascatur.com/2013/03/antiga-estacao-de-trem-santa-cruz-do-sul.html
FONTE 2: http://www.estacoesferroviarias.com.br/rs_uruguaiana/scruz.htm
FONTE 3: http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=116&Numero=298&Caderno=0&Noticia=319468

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Significado do BRASÃO - Símbolo de Santa Cruz do Sul 
Adotado pelo então prefeito, Orlando Oscar Baumhardt, em 29 de dezembro de 1964, o símbolo do nosso estimado município tem especiais significados.

Escudo Português orlando de ouro, esquartelado por uma cruz de prata, simbolizando o nome do município. No primeiro quartel, em campo de goles (vermelho), três pinheiros de sua cor tendo, ao fundo em prata, os cerros que formam o perfil geográfico de Santa Cruz do Sul; no segundo quartel, em campo de blau (azul), a figura estilizada de um casal colonos, em ouro; no terceiro, em campo de sinople (verde), um arado antigo, de ouro, simbolizando os trabalhadores pioneiros da agricultura local, obra imortal dos colonos que primeiro devassaram os campos e iniciaram a construção da cidade; no quarto, em campo de goles (vermelho), os símbolos do comércio e da indústria, em prata, emblema do progresso e desenvolvimento crescente do município, em marcha para o futuro. Ramos de fumo, florescentes, circulando o brasão, como “tenentes” sustentadores que são, agrícola e industrialmente, do desenvolvimento de Santa Cruz do Sul. Ramos e flores em suas cores naturais. Listel de goles (vermelho), carregado das palavras “SANTA CRUZ DO SUL” – em prata. Tudo encimado pela coroa mural de quatro torres, de prata.


Fonte: http://www.santacruz.rs.gov.br/municipio/brasao

segunda-feira, 2 de junho de 2014

HINO DE SANTA CRUZ DO SUL

Letra de: Elisa Gil Borowsky
Música de: Lindolfo Rech


Por sobre as nossas lindas terras
Loiro imigrante andou ...
Transpôs as nossas verdes serras
E longe do lar chorou ... chorou !
Mas, nosso dadivoso chão,
Como enorme coração,
Desvendou-lhe a sorrir
Mil promessas de provir.

Estribilho:
Deus te salve, terra amiga,
Santa Cruz fiel,
Santa Cruz gentil,
Onde reina a Paz,
Onde brilha a Luz,
Sob o lenho de Jesus ! ...

Ao sol ardente destes céus
Acenderam-se os ideais
Nas forjas surgem os troféus
E na campina em flor as catedrais
E foi brotando deste afã
Da bravura alemã
A cidade crente e santa
Que sua Cruz ao sul levanta.